Marco Rubio na cúpula da ASEAN
Ler matéria completaImagem divulgada pela NCN Guyana mostrando um soldado dando instruções à equipe forense na orla de Charity, Guiana, em 21 de julho de 2026, após o naufrágio de uma balsa.
Ler matéria completaSob protestos na Ucrânia, Zelensky demite comandante do Exército
Ler matéria completaUm mural do aiatolá Ali Khamenei — sucedido por seu filho, Mojtaba — em Teerã
Ler matéria completaUmbu Ana Rara (à esquerda), um maramba (nobre), observando seu ata (escravo), Kanisius Kanyali Hambarita, preparar bebidas na vila de Tanggedu, em Sumba
Ler matéria completaImagem de arquivo - Queimada em Taubaté, SP
Ler matéria completaSargento Michael Emmanuel Swinton, dos EUA, em foto sem data
Ler matéria completaSargento Michael Emmanuel Swinton, dos EUA, em foto sem data
Ler matéria completaOstentação em Dubai, dívidas e investigações no Brasil
Ler matéria completaNa segunda-feira (20), Renan Santos foi oficializado como candidato à Presidência da República pelo Missão, partido que nasceu a partir do MBL (Movimento Brasil Livre) e que recebeu a chancela do TSE apenas em novembro de 2025. Ele foi um dos fundadores do MBL em 2014 e liderou o movimento em seus momentos mais emblemáticos: nas convocações para defender o impeachment de Dilma Rousseff, em 2016, no apoio a Jair Bolsonaro na eleição de 2018 e no posterior rompimento com o ex-presidente enquanto ele ainda ocupava o Palácio do Planalto. Em sua pré-campanha, Renan aumentou sua exposição nas redes sociais e buscou se apresentar como o candidato que é ao mesmo tempo anti-Lula e anti-Flávio Bolsonaro – com ideias e propostas inspiradas em Javier Milei, presidente da Argentina, e em Nayib Bukele, presidente de El Salvador.
Ler matéria completa